domingo, 18 de novembro de 2018

Futura ministra da Agricultura do governo Bolsonaro tinha parceria com grupo JBS

(Foto: Adriano Machado/REUTERS)
Tereza Cristina, a futura ministra da Agricultura ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro (PSL), concedeu incentivos fiscais ao grupo JBS numa mesma época em que manteve uma “parceria pecuária” com a empresa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo deste domingo.

A deputada arrendava uma propriedade em Terenos (MS) aos irmãos Joesley e Wesley Batista para a criação de bois e, ao mesmo tempo, ocupava o cargo de secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção de Mato
Grosso do Sul.

Os documentos assinados por Tereza foram entregues pelos delatores da JBS em agosto de 2017 como complemento ao acordo de delação premiada.

De acordo com as investigações, Wesley e Joesley atribuíram ao então diretor tributário do grupo JBS, Valdir Aparecido Boni, a tarefa de negociar a propina ao longo dos anos com três governadores: Puccinelli, Zeca do PT e

Em um período de 13 anos, até 2016, teriam sido pagos R$ 150 milhões em propina. É Boni quem firma, pela JBS, os documentos que tiveram a assinatura de Tereza e foi ele quem entregou as cópias dos papéis no seu acordo de
delação.

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